Infelizmente, muita gente (homens, principalmente) tem preconceito com os vinhos da Borgonha por relacioná-los a Pinot Noir leve e sem graça. Puro desconhecimento, claro. Conhecendo melhor a região e os produtores, descobrimos vinhos potentes e marcantes, meus preferidos.
A Borgonha é assim: existem os vinhos
top, os Grand Cru; abaixo deles, os Premier Cru, aí vem os Village que
recebem o nome de sua vila de origem, sem a especificação do vinhedo.
Então vem a
denominação sub-regional, com regras mais frouxas para vinhos produzidos
em alguma região determinada (rosé e espumante inclusive). E, depois disso, meu
amigo, só existe a AOC Bourgogne, a mais genérica de todas.
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
domingo, 18 de agosto de 2013
Vinho Brasileiro na Taça: Routhier & Darricarrère ReD
Aproveitando o clima Vinum Brasilis, uma vinícola brasileira que não esteve na feira mas que sempre me impressiona. Conheci um de seus vinhos ano passado, o Província de São Pedro e me encantei.
Não pude deixar de comprar o ReD quando apareceu no Sonoma por R$ 39,00.
Não pude deixar de comprar o ReD quando apareceu no Sonoma por R$ 39,00.
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Dicas para Curtir a Vinum Brasilis 2013 e o Vinho de Minas Gerais
Se você vai visitar a maior feira exclusiva de vinhos brasileiros em Brasília hoje, algumas dicas:
1. Chegue cedo. Feira é feira...
2. Visite o stand do site & blog Decantando a Vida, onde estão os vinhos mais interessantes e mais difíceis de serem encontrados:
Era dos Ventos e seu branco vinificado com cascas, cheio de corpo, não é para qualquer um;
Elephant Rouge, com um corte diferente do 2008: Alicante Bouschet no lugar da Pinotage;
Primeira Estrada, minha melhor surpresa, o vinho de Minas Gerais pelo qual não tive coragem de pagar os R$ 80,00 pedidos à época. Agora eu consideraria a idéia. Aromas de geléia especiada de frutas vermelhas, com madeira bem integrada, bem equilibrado e com aquele charme que só os mineiros têm! ;)
1. Chegue cedo. Feira é feira...
2. Visite o stand do site & blog Decantando a Vida, onde estão os vinhos mais interessantes e mais difíceis de serem encontrados:
Era dos Ventos e seu branco vinificado com cascas, cheio de corpo, não é para qualquer um;
Elephant Rouge, com um corte diferente do 2008: Alicante Bouschet no lugar da Pinotage;
Primeira Estrada, minha melhor surpresa, o vinho de Minas Gerais pelo qual não tive coragem de pagar os R$ 80,00 pedidos à época. Agora eu consideraria a idéia. Aromas de geléia especiada de frutas vermelhas, com madeira bem integrada, bem equilibrado e com aquele charme que só os mineiros têm! ;)
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Eventos de Vinhos em Brasília: Vinum Brasilis e Decanter Wine Show
O mês de agosto traz bons eventos para os enófilos de Brasília. Dias 14 e 15 acontece a Vinum Brasilis, evento apontado como a maior feira exclusiva de vinhos brasileiros no País. É uma ótima oportunidade para conhecer novos produtores e romper com alguns preconceitos que ainda existem em relação aos vinhos nacionais. Ano passado tive algumas boas surpresas que contei aqui. A atração foi o vinho feito no cerrado, o Intrépido, que nem consegui provar. Quem sabe esse ano não aparecem os vinhos de Minas Gerais...
Dia 19 tem o Decanter Wine Show com 26 produtores da Argentina, do Chile, do Uruguai, dos EUA, da Nova Zelândia, da Austrália, da África do Sul e também do Brasil.
Dia 19 tem o Decanter Wine Show com 26 produtores da Argentina, do Chile, do Uruguai, dos EUA, da Nova Zelândia, da Austrália, da África do Sul e também do Brasil.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Fratelli Revello Vigna Giachini Barolo 2004
Mais uma vez resolvi transformar uma noite qualquer em casa em um evento! #estranhamania. O responsável: um Barolo 2004 que, para minha felicidade, já estava muito bom para beber.
O verão de 2004 no Piemonte contou com uma boa variação térmica e o frescor da noite permitiu uma maturação mais lenta, resultando em vinhos equilibrados, perfumados e com muito frescor que, mesmo jovens, já apresentavam graça e harmonia e têm potência para envelhecer por muito tempo. Não consigo nem imaginar como estará em 10 anos!
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Decanter de Casa Nova em Brasília
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Boa Compra: Domaine du Meix-Foulot Mercurey 2009
Uma gratíssima surpresa. É difícil achar bons Borgonhas a preço acessível. Esse foi comprado na Europa por 18 euros!! #ficaadicaparaasférias
De cara, estava um tanto tímido e aromas discretos foram se abrindo com framboesas até mostrar leves cogumelos. Tive a impressão de encontrar a sensualidade que tanto dizem da Pinot Noir. Taninos surpreendentes, bom frescor e um final longo. Incrivelmente potente.
De cara, estava um tanto tímido e aromas discretos foram se abrindo com framboesas até mostrar leves cogumelos. Tive a impressão de encontrar a sensualidade que tanto dizem da Pinot Noir. Taninos surpreendentes, bom frescor e um final longo. Incrivelmente potente.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Vinhos para Celebrar o Dia da Pizza!
Não sei de onde surgiu, porque surgiu, nem como surgiu. Mas já que hoje é o dia da pizza, é uma ótima desculpa para sair da dieta e, principalmente, abrir uma garrafa de vinho! É, meu caro, pizza combina com vinho, muito mais que com guaraná!
Gosto dos tintos leves e frescos. Se decidirmos ficar na origem: Sangiovese, a uva dos Chiantis, Barbera d'Alba, Dolcetto... Lembre-se: pizza é comida simples, informal, descontraída, não tem porque beber (leia-se pagar por) um vinho top. Assim, se você não trouxe um desses vinhos de alguma viagem ao exterior, é melhor adaptá-los a alguma opção da América do Sul mesmo.
Gosto dos tintos leves e frescos. Se decidirmos ficar na origem: Sangiovese, a uva dos Chiantis, Barbera d'Alba, Dolcetto... Lembre-se: pizza é comida simples, informal, descontraída, não tem porque beber (leia-se pagar por) um vinho top. Assim, se você não trouxe um desses vinhos de alguma viagem ao exterior, é melhor adaptá-los a alguma opção da América do Sul mesmo.
sábado, 6 de julho de 2013
O Clássico Mais Difícil do Inverno: Queijos e Vinhos
Ao contrário do que diz o senso comum, queijos e vinhos é uma harmonização difícil. Constatei, resignada, em um workshop promovido pela ABS-Brasília sobre o tema.
Tudo parecia lindo: as dicas de serviço e de decoração, os tipos de queijo para servir, os tipos de vinho. Foi crescendo uma vontade irresistível de fazer uma recepção assim em casa. Até que começou a degustação...
Tudo parecia lindo: as dicas de serviço e de decoração, os tipos de queijo para servir, os tipos de vinho. Foi crescendo uma vontade irresistível de fazer uma recepção assim em casa. Até que começou a degustação...
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Harmonizando o sushi: Trimbach Riesling x Amalaya Torrontés
Continuando a série de tentativas de harmonizar o combinado de sushis
e sashimis (informo aos navegantes que a série terminará antes que eu
chegue aos vinhos tintos, ok?), dessa vez, um comparativo: Riesling x
Torrontés.
Amalaya Blanco 2012
Na verdade, ele é 85% Torrontés e 15% Riesling. Argentino de Cafayate e Valle Calchaquí e com 13,6% de álcool. Aromático, tutti-frutti com flores. Sensação de "agulhas" na boca, muito refrescante e persistente. E também fácil de beber.
Amalaya Blanco 2012
Na verdade, ele é 85% Torrontés e 15% Riesling. Argentino de Cafayate e Valle Calchaquí e com 13,6% de álcool. Aromático, tutti-frutti com flores. Sensação de "agulhas" na boca, muito refrescante e persistente. E também fácil de beber.
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