Uma noite especial sempre começa com champanhe, não? Essa não poderia ser diferente. Começou assim, lá em Épernay, desceu para a Borgonha, virou à esquerda para Sauternes e Bordeaux. Terminou mais descontraído, com um pulo no Piemonte.
Tudo em busca da harmonização perfeita.
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terça-feira, 9 de abril de 2013
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Vinhos para o Dia dos Namorados
Uma seleção de vinhos que têm a ver com o dia mais romântico do ano:

Veuve Clicquot Rosé
Para limpar a boca e começar os trabalhos: a mais romântica das bebidas, do país mais romântico do mundo.
Rosé para enjoar de tanto romantismo!
R$ 220,00 na Super Adega
Se não der para bancar, abandone o sotaque e vá de espumante brasileiro mesmo.

Veuve Clicquot Rosé
Para limpar a boca e começar os trabalhos: a mais romântica das bebidas, do país mais romântico do mundo.
Rosé para enjoar de tanto romantismo!
R$ 220,00 na Super Adega
Se não der para bancar, abandone o sotaque e vá de espumante brasileiro mesmo.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
O Cocktail Oficial do Oscar
Ontem, após a premiação do Academy Awards, rolou o famoso Governors Ball que, esse ano, teve um drink especial para chamar de seu: Red Carpet Glamour Cocktail.
A bebida foi a vencedora do concurso Moët Oscar Cocktail que premiou o mixologista e sommelier Adam Seger do restaurante Nacional 27 de Chicago com uma viagem, com acompanhante, para Los Angeles para acompanhar a festa. Para você que não sabe, mixologista é o novo barman. Não um barman qualquer, mas aquele que domina a arte de misturar e incorpora técnicas de gastronomia no preparo de drinks. E você achava que só vinho tinha suas frescuras, né?
O cocktail é elaborado com Hum Botanical Spirit, sour mix e Moët Imperial. Hum Botanical é uma bebida a base de rum com uma mistura exótica de cardamomo, gengibre e folha desidratada de limão kaffir.
Receita:
Misture 30 ml de sour mix e Hum Botanical com gelo. Coloque a mistura em uma taça flute até metade e complete com Moët&Chandon Imperial. Decore com uma pétala de rosa.
Depois basta ficar completando a taça com champanhe para que sua efervescência libere as notas de cardamomo e kaffir do Hum. Chiquérrimo, não?
Sour Mix:
Misture 1 xícara de açúcar com 1 xícara de água até dissolver completamente. Acrescente 1 xícara de suco de limão e 1 xícara de suco de lima e guarde na geladeira.
Curiosidades:
Para essa festinha after Oscar, que contou com a presença de cerca de 1500 convidados, foram servidas 1000 garrafas de Moët&Chandon e 5000 mini Oscars de chocolate (aquele que você deve ter visto na TV que levava pó de ouro!).
Minha festa também teve Oscar de chocolate, mas sem pó de ouro...
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| Red Carpet Glamour Cocktail |
A bebida foi a vencedora do concurso Moët Oscar Cocktail que premiou o mixologista e sommelier Adam Seger do restaurante Nacional 27 de Chicago com uma viagem, com acompanhante, para Los Angeles para acompanhar a festa. Para você que não sabe, mixologista é o novo barman. Não um barman qualquer, mas aquele que domina a arte de misturar e incorpora técnicas de gastronomia no preparo de drinks. E você achava que só vinho tinha suas frescuras, né?
O cocktail é elaborado com Hum Botanical Spirit, sour mix e Moët Imperial. Hum Botanical é uma bebida a base de rum com uma mistura exótica de cardamomo, gengibre e folha desidratada de limão kaffir.
Receita:
Misture 30 ml de sour mix e Hum Botanical com gelo. Coloque a mistura em uma taça flute até metade e complete com Moët&Chandon Imperial. Decore com uma pétala de rosa.
Depois basta ficar completando a taça com champanhe para que sua efervescência libere as notas de cardamomo e kaffir do Hum. Chiquérrimo, não?
Sour Mix:
Misture 1 xícara de açúcar com 1 xícara de água até dissolver completamente. Acrescente 1 xícara de suco de limão e 1 xícara de suco de lima e guarde na geladeira.
Curiosidades:
Para essa festinha after Oscar, que contou com a presença de cerca de 1500 convidados, foram servidas 1000 garrafas de Moët&Chandon e 5000 mini Oscars de chocolate (aquele que você deve ter visto na TV que levava pó de ouro!).
Minha festa também teve Oscar de chocolate, mas sem pó de ouro...
| Oscar Party |
domingo, 9 de outubro de 2011
Saca-rolha de champanhe
Hoje, dando uma bisbilhotada em novos acessórios para vinhos, me deparei com uma novidade que ainda não conhecia: o saca-rolha para champanhe!
Pode parecer besteira, mas as pessoas subestimam o risco de uma rolha errática pelos ares. A pressão interna nas garrafas de espumante varia de 5 a 6 atmosferas, suficiente para fazer as garrafas explodirem (como acontecia com Don Pérignon). Mesmo sabendo que hoje as fábricas garantem até sete vezes a pressão do espumante, ou seja, aproximadamente 35 atmosferas de pressão, é bom ter cuidado. E não, não adianta dizer que você é um exímio abridor de garrafas, a temperatura e até condições de armazenamento podem trazer desagradáveis surpresas.
Para exemplificar, consultei meus livros de física, fiz alguns cálculos, confirmei com o oráculo e:
Considerando a pressão interna: 6 atmosferas;
o comprimento da rolha dentro da garrafa: 25 mm;
o raio da rolha: 9 mm;
a massa da rolha: 7,5 g, e
o ângulo de inclinação da garrafa: 45°,
pode-se estimar uma velocidade de ejeção da rolha de aproximadamente 20 m/s ou seja 70 km/h!! E um alcance de 40 metros. Suficiente para cegar alguém ou mandá-lo para o hospital... Considerando a pressão interna: 6 atmosferas;
o comprimento da rolha dentro da garrafa: 25 mm;
o raio da rolha: 9 mm;
a massa da rolha: 7,5 g, e
o ângulo de inclinação da garrafa: 45°,
Diante disso e lembrando meu irmão que diz para nos perguntarmos, ao compar um gadget, "como isto pode melhorar a minha vida?", o valor, que varia de R$ 93,00 a R$ 180,00 (aferido em consultas pela internet), parece irrisório!
O produto, patenteado pela Screwpull, recebeu o nome de The Champ e basta fixá-lo na rolha de champagne depois de tirar o lacre de segurança e girar a garrafa no sentido anti-horário. A rolha da champagne irá subir pelas trilhas internas do abridor e estourar. A rolha ficará presa na área de segurança do The Champ.
Enquanto você não compra o seu, atente-se para alguns cuidados que se deve ter ao abrir uma garrafa de champanhe ou espumante. Um dos principais diz respeito à temperatura de serviço, entre 6°C e 8°C (ou seja, a taça deve embaçar com a condensação da umidade), dizem que a baixa temperatura ocasiona o lento desprendimento do gás tornando-o menos agressivo.
Mas lembre-se de resfriar a garrafa em um balde com água e gelo e não no congelador pois o congelamento da rolha causará problemas na abertura do espumante (experiência própria). Além disso, a rolha pode ressecar permitindo a saída de gás carbônico. A cada dez minutos em contato com água e gelo, a temperatura do espumante se reduz em 4°C. Dizem também que a temperatura certa serve para que a acidez da bebida seja inibida na boca, deixando seu sabor ainda mais agradável, vale a espera!
Mas lembre-se de resfriar a garrafa em um balde com água e gelo e não no congelador pois o congelamento da rolha causará problemas na abertura do espumante (experiência própria). Além disso, a rolha pode ressecar permitindo a saída de gás carbônico. A cada dez minutos em contato com água e gelo, a temperatura do espumante se reduz em 4°C. Dizem também que a temperatura certa serve para que a acidez da bebida seja inibida na boca, deixando seu sabor ainda mais agradável, vale a espera!
Outro cuidado importante é observar ao redor e avaliar os riscos caso a rolha escape...
Após a retirada da cápsula superior e da gaiola de arame, a rolha vai começar a sair impulsionada pela pressão, controle para que sua saída seja suave, evitando que se perca gás (e líquido, o mais importante!). Assim, o espumante manterá suas características até o final. Ao servir a bebida, incline a taça para controlar a formação de espuma e coloque uma pequena quantidade para não transbordar, seria um desperdício!
Enjoy it!
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Espumante, uma paixão nacional
Sábado foi dia de Rock in Rio e decidimos fazer uma "área vip premium" em casa (valeu, Multishow!) com a presença de alguns amigos ilustres. Como toda área vip que se preze, havia diversas opções de bebida. Eu fiquei com o espumante. Que me perdoem os vinhos, mas, com eles, eu não duraria até o Snow Patrol, acho que nem teria resistido ao Capital Inicial. Além disso, o que mais conseguiria harmonizar com a diversidade de iguarias e acepipes servidos (de queijos variados a Doritos, passando por pães, patês, frutas secas, castanhas e embutidos)?
A opção da noite foi o Salton, bom custo/benefício para as mais de 6 horas de show. Particularmente, sempre rendo minhas homenagens ao Valduga 130 (esperando, torcendo e rezando por uma oportunidade exclusiva de degustar o mais novo lançamento da Casa, o Maria Valduga) e os excelentes Cave Geisse (em Brasília, vendidos na Portofino)
Nas palavras de Hugh Johnson, o Brasil tem feito "some decent sparkles".
Minha paixão por espumantes foi despertada pelo livro "Champanhe", de Don & Petie Kladstrup, mesmos autores do conhecido "Vinho & Guerra". O livro é uma história fascinante de superações, resistência e coragem, além de ser recheado de heroínas (Madame Clicquot e Madame Pommery como alguns exemplos) que conseguiram transformar suas maisons no que são hoje e elevar constantemente o status da bebida, a mais sofisticada e rainha das celebrações.
O champanhe, contudo, não precisa se restringir a seu caráter festivo. Concordo com Lily Bolinger para quem sempre há motivos para se abrir uma garrafa (veja sua frase célebre em meu post aqui). Afinal, o champanhe ou o espumante é a única bebida que vai bem desde o café da manhã até a madrugada!
Destaco ainda a frase proferida por Dom Pérignon ao provar champanhe pela primeira vez: "Estou bebendo estrelas!". Segundo o livro, nada disso é verdade, mas, para mim, faz sentido. A bebida tem o brilho do sol e todas aquelas bolhas pequenas, incansáveis e duradouras me lembram mesmo uma constelação.
Do livro, vale a pena contar a história do nome Moët. Claude Moët, que decidiu se dedicar exclusivamente à produção de champanhe em uma época em que de 20% a 90% das garrafas estouravam anualmente, herdou sua determinação de seu ancestral holandês chamado LeClerc. Le Clerc lutou ao lado de Joana d'Arc em 1429 e ajudou a manter os ingleses afastados para que Carlos VII pudesse ser coroado na catedral de Reims. À frente do exército, LeClerc gritava: "Het moet zoo zijn" ("Tem que ser assim") enquanto a Virgem de Orléans conduzia Carlos até a igreja. LeClerc foi ricamente recompensado pelo rei, que o deu um novo nome: Moët, em homenagem à sua determinação.
Claude, em pouco tempo, se tornou um dos poucos comerciantes de vinho reconhecidos pela corte real. Em 1750, apesar das garrafas quebradas, ele produzia 50 mil garrafas de champanhe por ano em uma região que nunca havia produzido mais de 300 mil. Por fim, sua bebida caiu nas graças de ninguém menos que Madame Pompadour que, achando que o "champanhe é o único vinho que deixa uma mulher bela depois de o beber", garantiu que a bebida fosse servida em todas as ocasiões importantes na corte de Luís XV.
A opção da noite foi o Salton, bom custo/benefício para as mais de 6 horas de show. Particularmente, sempre rendo minhas homenagens ao Valduga 130 (esperando, torcendo e rezando por uma oportunidade exclusiva de degustar o mais novo lançamento da Casa, o Maria Valduga) e os excelentes Cave Geisse (em Brasília, vendidos na Portofino)
Nas palavras de Hugh Johnson, o Brasil tem feito "some decent sparkles".
| Degustação na Cave Geisse em Pinto Bandeira |
| Sr. Juarez Valduga sabreando durante a última vindimia de 2011 |
| Espumantes em fermentação na Casa Valduga |
O champanhe, contudo, não precisa se restringir a seu caráter festivo. Concordo com Lily Bolinger para quem sempre há motivos para se abrir uma garrafa (veja sua frase célebre em meu post aqui). Afinal, o champanhe ou o espumante é a única bebida que vai bem desde o café da manhã até a madrugada!
| Pommery, em Reims |
Do livro, vale a pena contar a história do nome Moët. Claude Moët, que decidiu se dedicar exclusivamente à produção de champanhe em uma época em que de 20% a 90% das garrafas estouravam anualmente, herdou sua determinação de seu ancestral holandês chamado LeClerc. Le Clerc lutou ao lado de Joana d'Arc em 1429 e ajudou a manter os ingleses afastados para que Carlos VII pudesse ser coroado na catedral de Reims. À frente do exército, LeClerc gritava: "Het moet zoo zijn" ("Tem que ser assim") enquanto a Virgem de Orléans conduzia Carlos até a igreja. LeClerc foi ricamente recompensado pelo rei, que o deu um novo nome: Moët, em homenagem à sua determinação.
Claude, em pouco tempo, se tornou um dos poucos comerciantes de vinho reconhecidos pela corte real. Em 1750, apesar das garrafas quebradas, ele produzia 50 mil garrafas de champanhe por ano em uma região que nunca havia produzido mais de 300 mil. Por fim, sua bebida caiu nas graças de ninguém menos que Madame Pompadour que, achando que o "champanhe é o único vinho que deixa uma mulher bela depois de o beber", garantiu que a bebida fosse servida em todas as ocasiões importantes na corte de Luís XV.
| Cave da Moët & Chandon em Epernay |
sábado, 17 de setembro de 2011
Piscine, o drink ideal
O clima de Brasília nem sempre colabora com meu projeto intensivo para adquirir litragem. Hoje, aniversário de uma amiga, 33 graus, 14% de umidade relativa, tive uma deliciosa surpresa: o Piscine.
Criado pela audaciosa Piper-Heidsieck para o verão da Riviera Francesa, o drink consiste em champanhe brut com pequenos cubos de gelo feitos também de champanhe, servido em uma taça grande de vinho tipo Borgonha.
A bebida se popularizou e é bastante comum encontrá-la com espumante rosé, como o que bebi hoje no restaurante Bier Fass. Extremamente refrescante, harmonizou perfeitamente com minha salada de salmão defumado. Pena o péssimo atendimento do restaurante...
Enfim, a bebida fez tanto sucesso que a Moët & Chandon lançou para o verão europeu desse ano uma edição limitada: o Ice Imperial. Com estrutura um pouco mais rica para manter suas características após a diluição com gelo, traz ainda notas de menta para realçar o frescor da experiência. Deve ser incrível!
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