quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Curso de vinhos WSET em Brasília - 22 de março

A The Wine School, filiada à Wine & Spirit Education Trust - WSET®, abriu inscrições para o curso de vinhos Nível 1, a realizar-se no dia 22 de março, em Brasília.  A The Wine School é o primeiro representante da WSET® - Wine & Spirit Education Trust na América do Sul e o pioneiro no Brasil, Colômbia e Chile.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Quinta da Neve Tinto 2010

Finalmente, algumas muitas semanas depois do prometido, eis o outro vinho brasileiro do qual queria falar no começo do ano.

Já esclareço que não provei (só senti os aromas), mas confio cegamente em quem provou e me passou todas as informações!

Para quem não conhece a Quinta da Neve, está lá em São Joaquim, Santa Catarina, com vinhedos a mais de 1.000 metros de altitude, 15 hectares plantados e capacidade de produção de 200 mil garrafas/ano.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Casa Venturini Tannat Reserva 2011

Já que 2014 é o ano da Copa no Brasil, para brindar sua chegada, resolvi começar com vinhos brasileiros.  O primeiro: Casa Venturini Tannat Reserva 2011.  Um grande vinho.

De Flores da Cunha, no Rio Grande do Sul, foi uma grata surpresa, prenúncio de ano bom! Obrigada, Júlio!

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Vinhos Arzuaga

Estava devendo esse post há algum tempo já.  A importadora Decanter promoveu um jantar com degustação dos vinhos Arzuaga em Brasília no dia 13 de setembro, no restaurante Don Francisco.  Foi ótimo, mas acho que esperava ainda mais.

Arzuaga-Navarro é uma vinícola de Ribera del Duero, fundada por Florentino Arzuaga no início dos anos 90 já com a pretensão de se fazer grandes vinhos.  O foco na qualidade começa no vinhedo, onde há seleção contínua de grãos.  A colheita é manual, a principal acontece em agosto, há 3 mesas para seleção grão a grão, a maceração também é manual.  E, acreditem se quiser, ao estilo do Douro, ainda há pisa das uvas.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Porto Vintage 1975

Tem coisas que só um bom amigo faz por vc!  Tipo abrir uma garrafa de um vinho do Porto com quase 40 anos de idade.

Para ser vintage, ou seja, safrado, o vinho tem que seguir toda as regras do IVDP (órgão regulador do vinho do Porto) e ser devidamente autorizado.  Geralmente, os produtores só fazem um vintage quando a safra vale a pena, mas só geralmente.

Dizem que a melhor época do Porto Vintage é em sua vida adulta, entre 25 e 30 anos.  Entre 30 e 40 anos, o vinho ganha em complexidade e desenvolve aromas de mel, caramelo, marzipan e, quem sabe, chá e charuto.  Depois dos 40, só os melhores envelhecem bem.  Ganham ainda mais em complexidade, elegância e delicadeza.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Angelica Zapata Chardonnay Alta 2010

Não adianta discutir, Catena Zapata é mesmo garantia de qualidade.  A maioria de seus rótulos que consigo pagar aqui no Brasil às vezes não chegam a me emocionar, mas não desapontam jamais! 




sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Não é só no Brasil, os Franceses também sofrem com o Governo...

Ora, ora, para quem achava que só no Brasil era difícil beber vinho, veja que o Governo francês tem estudado algumas alterações legais para reduzir o consumo de álcool no país.  No caso deles, não é apenas por meio de impostos, mas por medidas bem controversas:

-  Proibição de se falar sobre vinho na internet e mídias sociais. Já existe uma lei que proíbe propaganda de vinho, mas não menciona internet. Lá se foram meus planos de abrir capital e lançar o blog na França!

-  Proibição de se falar bem de vinhos na imprensa.  Já é proibido vangloriar o consumo de vinho, mesmo moderado.  A diferença é que a nova medida proibirá, inclusive, artigos e notas de degustação.  Como poderão os franceses escolher seus vinhos no supermecado sem acesso às notas de Robert Parker e Jancis Robinson??  Coitados...

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Culombu Rosé: Denominação Controlada Córsega

A Córsega também tem vinho.  Nenhuma surpresa até aí.  Interessante é saber que em apenas 8,6 km² tem regiões delimitadas e denominações controladas, muitas.  De fato, não deveria ser uma surpresa já que a ilha sofre influências tanto da França quanto da Itália, países que têm uma queda por criar denominações.

Quando os franceses perderam a Argélia nos anos 60, logo trataram de ocupar a ilha e quadruplicaram sua área plantada com vinhedos de grande rendimento.  Atualmente, graças a investimentos franceses e belgas, a produção se modernizou (e isso não significa uso de barricas de carvalho nesse caso).  Ainda assim, a maioria do vinho produzido na ilha é lá mesmo consumido.  O mais exportado é o básico Vin de Corse.

Entre suas uvas autóctones, está a Nielluccio, também chamada de Sangiovese na vizinha Toscana, ocupa mais de 1/3 dos vinhedos e está principalmente na denominação Patrimonio, ao norte da ilha.  Dizem que os melhores e mais longevos vinhos da Córsega vêm dessa denominação, incluindo tintos ao estilo do Rhône e o doce Muscat.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Os Vinhos de Beyoncé e Jay Z

Aproveitando o clima "Beyoncé no Brasil", vou falar das fotos mais interessantes que ela andou postando em seu site de suas recentes férias em Capri antes de chegar em solo brasileiro.  Claro, essa é minha opinião, alguns homens acharão outras fotos mais interessantes!

Vinhos e mais vinhos.  Acho que só quem gosta muito da bebida fica tirando foto de garrafa, mas não é novidade pra ninguém que o casal Beyoncé e Jay Z adora uma bebidinha de luxo.  Veja o bom gosto da moça:

Château Pétrus 2002 - alguns mil dólares